sexta-feira, 14 de maio de 2010

Nova Ordem Mundial


Porque ninguém entende que o único caminho é o Senhor Jesus???
Não demorem... o tempo está encurtando, aluguem DEIXADOS PARA TRÁS 1, 2 e 3 e assistam ... vão entender o que estou falando!fiquem na paz de Cristo!

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Estado Policial: Brasil recebe body-scanners dos EUA. Saiba porque deveríamos rejeitá-los!

Em mais uma jogada que mostra como nosso querido Brasil está nas mãos da elite mundial, o Brasil se rende e entra na ilusória "guerra contra o terrorismo", e irá instalar o polêmico aparelho de escaneamento corporal, ou "body scanner" nos aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (Rio), Recife e Manaus.

Importante lembrar que os ditos body-scanners foram gentilmente cedidos pelo governo americano, com o pretexto de ajudar o Brasil se adequar aos padrões anti-terrorismo internacionais, tendo em vista a copa do mundo e olimpíadas que serão sediadas no Brasil nos próximos anos. Neste artigo veremos como um ataque terrorista forjado criou a justificativa para estes aparelhos, potenciais efeitos prejudiciais à saúde, a questão da privacidade e da exposição dos órgãos genitais e porque eles seriam inúteis de qualquer forma.

A onda de body-scanners no mundo inteiro começou após a suposta tentativa de ataque terrorista em um vôo para o aeroporto de Detroit, pelo nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, vindo de Amsterdam, Holanda. O dito terrorista supostamente treinado no Iemen teria utilizado uma bomba costurada em sua cueca que apenas pegou fogo sem explodir. Este evento foi então utilizado para criar um pânico geral e justificar a implantação de body-scanners na europa, Estados Unidos e agora até mesmo no Brasil. O jornal Independent, no entanto, reporta que os body-scanners não seriam capazes de detectar a bomba cueca de Detroit.
• Ataque de falsa bandeira em Detroit
O que poucos sabem é que esta suposta tentativa de ataque foi uma farsa, mais um ataque de falsa bandeira para justificar a aumento do estado policial no mundo inteiro. Várias evidencias mostram que o ataque foi forjado. É de conhecimento geral que o suposto terrorista já estava na lista de terrorismo dos EUA e Reino Unido e mesmo assim foi deixado embarcar em direção aos EUA. A rede CNN reportou ainda que o pai do suposto terrorista tentou alertar a embaixada dos EUA na Nigéria de que seu filho estaria planejando algo suspeito. Como ele ainda pode embarcar, suspeita-se que na realidade este ataque foi permitido que acontecesse.

Vários passageiros informaram ter visto um homem bem vestido, provavelmente indiano, ter acompanhado Abdulmutallab no seu embarque no aeroporto de Amsterdam. Kurt Haskell, um reconhecido advogado de Detroit, informou ter presenciado o embarque do terrorista junto com este homem em terno laranja, que ao tentar embarcar Abdulmutallab sem passaporte, teria dito a funcionária que Abdulmutallab seria um refugiado e que "eles" sempre faziam isto". Vários outros passageiros confirmaram a mesma história.

No vídeo abaixo vários passageiros relatam a CNN sobre o que viram:


Além disto, vários passageiros confirmaram que havia alguem no vôo filmando a viagem inteira, e continuou filmando quando o nigeriano pegou fogo. Nenhum jornal noticiou este fato, nem tal filme foi jamais mostrado. Mas a história fica ainda mais sinistra: após aterrissar em Detroit e esperarem no avião mais de 20 minutos (mesmo que pudesse haver mais alguma bomba no vôo) os passageiros foram mantidos em uma área reservada sem acesso a outros passageiros. Eles confirmaram terem visto alguém sendo levado pela polícia para uma sala, e sendo algemado e levado para outro lugar. O aeroporto e a polícia mudaram de versão ao menos 4 vezes, a medida que os passageiros divulgavam a situação para a imprensa ou na internet. No início não havia ninguém mais preso, para manter a história que o nigeriano estava sozinho. Depois de 4 versões diferentes, reconheceram que alguém havia sido sim preso, mas era de outro vôo e havia sido liberado em seguida. Ignorando a imensidão de evidencias mostradas pelos passageiros, a mídia continuou criando pânico para eventualmente justificar a introducao dos body-scanners. A regra de tres novamente em ação: crie um problema, espere uma reação, de a solução. Também chamada de dialética hegeliana.
• Perigo a saúde
Somos informados que os scanners corporais são necessários e que não fazem nenhum mal a saúde. Estes scanners utilizam ondas tera-hertz, ou radiação iônica, as quais não se tem nenhuma garantia que não tenham efeito prejudicial à saúde.
Uma influente organização internacional de segurança de radiação, a IAEA, ou Inter-Agência Comitê de Segurança contra Radiação, alertou que os scanners corporais a serem implementados nos aeroportos de todo o mundo aumentam o risco de câncer e defeitos de nascimento e não devem ser usada em mulheres grávidas ou crianças.

De acordo com este artigo da revista Technology Review, os raios tera-hertz podem alterar a composição do DNA em seres humanos.

Um perito americano sobre os efeitos biológicos de raios-X, o Dr. John Gofman, Professor Emérito de Biologia Molecular e Celular da Universidade da Califórnia, investigou exaustivamente e concluiu que não há níveis seguros de radiação ionizante. Seus estudos indicam que a radiação de diagnóstico e tratamento médico é um co-fator causal em 50 por cento dos casos de câncer nos EUA.

Sobre efeitos à saúde, o jornal folha on-line publicou que
"Em relação aos possíveis efeitos nocivos à saúde, ainda não estabelecidos, o equipamento não gera polêmica entre especialistas brasileiros. Porém, alguns profissionais não descartam a hipótese de dano ao corpo humano." Quando você fala sobre radiação ionizante, as pessoas leigas lembram logo de grandes acidentes e ficam preocupadas se vão ter câncer. Claro que se eu falar que não existe nenhuma possibilidade, eu estou mentindo. Existe uma possibilidade muito pequena em relação a um possível dano", afirmou o especialista da UERJ.
• Questão da Privacidade: Exposição dos Órgãos Sexuais
Os scanners corporais mostram os órgãos sexuais das pessoas. As imagens quando invertidas mostram claramente quase como uma foto nua da pessoa sendo escaneada (veja imagem ao lado). Apesar da insistência pelas autoridades de que estes aparelhos não teriam disco rígido ou seriam capazes de armazenar ou transmitir as imagens, diversos episódios mostram que isto não é verdade.
Em um destes episodios, o ator de bollywood Shah Rukh Khan disse que durante sua chegada em Londres teve que passar pelo body-scanner e uma das garotas que trabalhavam no aeroporto pediu para ele assinar uma foto com sua imagem retirada do scanner (leia artigo).

Em um outro incidente reportado pela BBC, um funcionário do aeroporto londrino de Heathrow foi dado uma advertência após ter feito comentários sobre uma colega que ele disse ter visto no scanner.

Em um caso amplamente divulgado, o funcionário da TSA Rolando Negrin, após ter passado pelo scanner durante treinamento e ter seu pequeno penis mostrado a seus colegas, seguido por meses de gozação, agrediu um colega de trabalho com um bastao de baseball.

• Scanners Corporais são inúteis, diz um expert em segurança aérea

O jornal Vancouver Sun publicou uma matéria na qual um expert em seguranca aérea se gabava de que ele poderia facilmente entrar através de um dos novos scanners no Canadá com explosivos suficientes para explodir um avião jumbo. O israelense especialista em segurança de aeroporto diz que o governo federal tem desperdiçado milhões de dólares para instalar "inúteis" máquinas de imagem nos aeroportos em todo o país.

"Eu não sei porque todo mundo está correndo para comprar essas máquinas caras e inúteis. Eu posso facilmente burlar os scanners corporais com explosivos suficientes para derrubar um Boeing 747 ", disse Rafi Sela a parlamentares sobre o estado de segurança da aviação no Canadá nesta quinta-feira.

"É por isso que não iremos colocá-los em nossos aeroportos."

Sela, oficial de segurança da ex-chefe da Autoridade do Aeroporto de Israel e um veterano de 30 anos em segurança e tecnologia de defesa aérea, ajudou a projetar o aparato de segurança no aeroporto Ben Gurion de Tel Aviv. Ele falou aos deputados da comissão de transporte na Câmara dos Comuns através de vídeo-conferência a partir de Kfar Vradim, Israel.

Com certeza o uso de scanners corporais são uma violação a privacidade e a saúde das pessoas. O superintendente da PF no Rio, Ângelo Gioia, chegou ao ponto de dizer "Nunca há excesso quando se fala de segurança." Isto quer dizer que poderão ir cada vez mais longe e nunca será considerado excesso?

• Onde estão os protestos?
Na Alemanha e em outras partes do mundo houve vários protestos em aeroportos, onde ativistas tiraram a roupa em pleno aeroporto levando faixas contra os scanners (foto ao lado). No Brasil, onde nossa sociedade está acostumada a aceitar de cabeca baixa imposicoes das "autoridades", não tenho muita esperanca que haverá muita discussão ou mesmo qualquer protesto contra os scanners corporais.
As pessoas estão muito ocupadas demais BBB, novela e futebol.

JESUS ESTÁ VOLTANDO E SÓ ELE É ...O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA!!!

NOVA ORDEM MUNDIAL CHIP 666 MARCA DA BESTA?DEBATE 7/10



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Jogos Mortais 5 - Jesus



Olá Satanás!Eu sou Jesus!Eu sou o Verbo que se fez carne!
Eu sou o Alfa e o Ômega!Eu sou o Princípio e o Fim!Eu sou Maravilhoso,...

Consequências do Pecado - Parte 2/2



Esse Video é realmente muito bom, vale a pena ser usado em encontros, retiros ou impactos...a idéia foi tirada do filme "Jogos Mortais" e é bem forte, ótimo meio de evangelismo,vale a pena ver, DEUS ABENÇOE !!!

Consequências do Pecado - Parte 1/2



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PARA ONDE VAI SUA ALMA ? CÉU OU INFERNO?



Jesus quer te salvar!

Os planos da nova ordem mundial de matar 80% da humanidade



Eles estão planejando matar 80% da população mundial para sacrificio a gaia e eles não deixam isso sutil, não por lá...

A farsa sobre a gripe suina, por Edson Leite



Radialistas e DJs, divulguem, pelo bem do nosso pais! Vamos a 1.000.000 de acessos!

A Marca da Besta e a União das Igrejas



Estamos no fim... atentem-se!!!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Depois de Britney Spears e Paris Hilton, McCain compara Obama a Moisés

Clipe disponível apenas na internet apela para a ironia contra o democrata. Vídeo usa imagens do épico bíblico ‘Os Dez Mandamentos’, com Charlton Heston.
(Fonte: G1) – A equipe de campanha do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, lançou nesta sexta-feira (1) um novo clipe eleitoral, comparando o democrata Barack Obama a Moisés.
O clipe, divulgado somente na internet e intitulado “o único”, mistura trechos de discurso do senador de Illinois com imagens do famoso filme “Os Dez Mandamentos”, onde se pode ver Moisés, protagonizado por Charlton Heston, abrir o Mar Vermelho para permitir a fuga dos judeus do Egito.
“Em 2008, o mundo será bendito. Ele será chamado o único”, diz uma voz em off no clipe que pretende ser irônico e brinca com o lado messiânico da campanha do senador. “Ele talvez seja único, mas será que está pronto para dirigir o país?” – pergunta a voz em off, no momento em que o filme termina com uma imagem do salão oval na Casa Branca.
Há alguns dias, a equipe de campanha de McCain lançou um clipe eleitoral comparando o candidato democrata às celebridades Britney Spears e Paris Hilton, sugerindo que o senador de Illinois é um ‘pop star’ distante da realidade.
Em e-mail enviado aos partidários do senador do Arizona para arrecadar fundos, a equipe de campanha de McCain explicou que o clipe comparando Obama a Moisés tem como objetivo divertir os simpatizantes.

O candidato do medo

Chamado de “Messias” pelo líder radical muçulmano Louis Farrakhan e de “Meu Jesus” pela editora-chefe de um jornal universitário, Barack Hussein Obama informa: “Contrariamente ao que diz a opinião popular, não nasci numa manjedoura.” Já pensaram se ele não avisasse?
Qualquer que seja o caso, pelo menos um milagre confirmado ele já fez: é o primeiro candidato presidencial que obtém o aplauso de todos os inimigos dos EUA sem que isto desperte contra ele a menor desconfiança do establishment americano. Entre seus entusiastas, contam-se o Hamas, o presidente iraniano Ahmadinejad, Muammar Khadafi, Fidel Castro, Hugo Chávez e o canal de TV Al-Jazeera. Imagino o que aconteceria à candidatura de Franklin D. Roosevelt em 1932 se ele recebesse o apoio ostensivo de Josef Stalin, Adolf Hitler e Benito Mussolini.
É verdade que Obama promete desmantelar o sistema de defesa espacial dos EUA, desacelerar unilateralmente o programa americano de pesquisas nucleares, transformar em derrota a vitória no Iraque, vetar a abertura de poços de petróleo e oferecer carteiras de motorista e assistência médica gratuita aos imigrantes ilegais, aquele povinho patriota que quer transformar o Texas e a Califórnia em Estados mexicanos. Mas, se você insinua que qualquer dessas coisas é um bom motivo para os comunistas e radicais islâmicos gostarem dele, a mídia em peso diz que você “passou dos limites” e é virtualmente culpado de “crime de ódio”. Ahmadinejad declarou que a vitória do candidato democrata nas eleições dará o sinal verde para a islamização do mundo, Khadafi proclamou que Obama é um muçulmano fiel apoiado por milionários islamitas e Louis Farrakhan, aproveitando a onda de entusiasmo obamista, anunciou que a “Nation of Islam”, a sociedade secreta de radicais islâmicos que ele preside, há décadas funcionando em marcha lenta, está tendo “um novo começo” e logo estará operando de novo com força total. O sentido desses fatos é claro, mas notar isso é imoral: todo cidadão de respeito tem de jurar que o apoio vindo dos inimigos da América é apenas um equívoco da parte deles, já que Obama não lhes deu – oh, não! – o menor pretexto para que simpatizassem com ele. Insinuar qualquer convergência de interesses é imputar a Obama “culpa por associação” – uma perfídia carregada, evidentemente, de “subtons racistas”.
Qualquer palavra mais dura contra o candidato negro é aliás apontada como prova de racismo, e a mínima sugestão de que haja nisso alguma chantagem racial é prova dupla. O próprio John McCain faz questão de manter o debate na esfera “das idéias”, frisando que o oponente é “um homem decente, do qual não há nada a temer.”
Essa declaração é involuntariamente irônica. A coisa que todo americano mais teme, hoje em dia, é alguém suspeitar que ele pensa mal de Barack Hussein Obama. Seguindo o exemplo do líder, a militância republicana capricha nas exibições de respeito e veneração à pessoa do adversário. Um funcionário do escritório da campanha de McCain em Pompano Beach, CA, que colocou atrás de sua mesa um cartaz associando Obama a Marx e Hitler foi instantaneamente demitido. Um cidadão do Estado de Ohio, que fez umas perguntas mais duras ao candidato democrata sobre seu projeto de reforma fiscal, pagou caro pelo atrevimento. Teve sua vida particular vasculhada pelos repórteres e foi severamente criticado pelos crimes hediondos de trabalhar como encanador sem licença e de não ter pago uma multa de trânsito que recebeu no Arizona oito anos atrás. Isso dá uma idéia do zelo exasperado com que a grande mídia protege a imagem de Barack Obama. Samuel Wurzelbacher, ou “Joe Encanador” – o apelido pelo qual veio a ser nacionalmente conhecido –, tira da sua experiência a conclusão incontornável: “Quando você já não pode mais fazer perguntas a seus líderes, é uma coisa temível.”
O temor não é somente psicológico. Vários militantes republicanos já foram surrados por obamistas, escritórios da campanha McCain em vários Estados foram invadidos e destruídos, e só a ação da polícia impediu, a tempo, que centenas de agitadores obamistas bem treinados, armados de coquetéis Molotov, queimassem os ônibus que se dirigiam à Convenção Republicana em St. Paul (mesmo assim os remanescentes conseguiram fazer um belo estrago). Quando um candidato usa de métodos terroristas e ao mesmo tempo o establishment decreta que chamá-lo de terrorista é o suprassumo da demência, está claro que esse candidato tem direitos ilimitados. Ele pode receber 63 milhões de dólares em contribuições ilegais do exterior, e nada de mau lhe acontecerá por isso. Uma ONG que o apadrinha pode fazer uma derrama de títulos de eleitor falsos em treze Estados, e ai de quem sugira que ele tem alguma culpa no caso. Em compensação, McCain foi acusado de violência verbal criminosa pelo simples fato de mencionar a ligação arquicomprovada de Obama com William Ayers. Uma passeata em favor de McCain-Palin, em Nova York, foi recebida com toda sorte de xingamentos e ameaças. Como, em contrapartida, nenhuma violência se observasse contra os militantes obamistas, foi preciso inventar que, num comício de Sarah Palin, alguém gritou “Kill him!” ao ouvir o nome de Obama. A polícia examinou cuidadosamente as gravações do encontro e concluiu que ninguém gritou nada disso.
Outro fator intimidante é a superioridade econômica. A campanha de Obama recolheu nada menos de 605 milhões de dólares em contribuições. Para cada anúncio de McCain, saem quatro de Obama. Mais avassaladora ainda é a propaganda gratuita fornecida ao candidato democrata pela grande mídia.
Até o momento, o único jornal de certa importância que noticiou o processo movido pelo advogado democrata Philip Berg contra Obama foi o Washington Times – nominalmente republicano –, que no entanto classifica as dúvidas quanto à nacionalidade de Obama como meros “rumores da internet” e, aludindo ao processo só nas linhas finais, como se fosse apenas um rumor a mais, se omite de informar que Obama, em vez de apresentar sua certidão de nascimento como solicitado pelo queixoso, preferiu lançar mão de uma complexa argumentação jurídica para se esquivar de fazê-lo. O segundo processo no mesmo sentido, aberto no Estado de Washington, não é nem mencionado.
As maiores empresas de jornais e canais de TV protegem o candidato democrata não somente contra seus adversários, mas contra ele próprio. Atos ou declarações dele que possam mostrá-lo a uma luz desfavorável são cuidadosamente omitidos. Em toda a grande mídia americana não se encontrará uma só palavra sobre a longa carreira de Obama como militante abortista, muito menos sobre a única atividade importante desenvolvida por ele no plano internacional: a campanha montada, com dinheiro público, para elevar ao poder no Quênia o agitador anti-americano e pró-terrorista Raila Odinga, culpado de ordenar o assassinato de mais de mil de seus opositores políticos e de conspirar com líderes muçulmanos para impingir a religião islâmica a uma nação de maioria cristã. Obama não somente ajudou Odinga com dinheiro dos contribuintes americanos e abriu contatos para ele no Senado, mas fez comícios em favor dele no Quênia. Se algo mostra a verdadeira natureza dos compromissos internacionais do candidato democrata, é esse episódio – mas até a FoxNews se omite de tocar no assunto.
Por aqui, todo mundo diz que a vitória de Obama é certa. A mim me parece que, mesmo se perdesse as eleições, Obama seria um vencedor. O partido de seus adversários já estava de joelhos no momento em que, em vez de um conservador autêntico, escolheu como candidato um típico “liberal Republican”, promessa garantida, caso eleito, de um governo fraco, subserviente aos críticos, exatamente como o foi o de George W. Bush. A esse primeiro desatino seguiu-se outro pior: a partir do instante em que os republicanos, em vez de abrir mil processos como o de Philip Berg, aceitaram como adversário eleitoral legítimo e decente um candidato sem nacionalidade comprovada, com uma biografia nebulosa e repleta de mentiras flagrantes, ajudado e subsidiado pelos mais odientos inimigos do país, ficou claro que haviam abdicado de todo sentimento de honra e consentido em legitimar uma farsa. Se perderem as eleições, eles merecerão tantas lágrimas quanto aqueles que preferiram antes deixar Lula conquistar a presidência do Brasil do que contar o que sabiam sobre o Foro de São Paulo.
Quanto à campanha de Obama, seu perfil é claro. O amálgama de promessas utópicas, propaganda avassaladora, beatificação psicótica do líder, apelo racial, controle da mídia e intimidação sistemática do eleitorado é idêntico nos mínimos detalhes à estratégia eleitoral de Hitler em 1933, mas para dizer isso em público – ou mesmo conscientizá-lo em voz baixa – é preciso mais coragem do que se pode esperar do eleitor médio hoje em dia.
Por Olavo de Carvalho
Fonte: Diário do Comércio, 24 de outubro de 2008
Divulgação: www.juliosevero.com

Já começou o desespero no sistema americano




Só não acredita quem não crê que estamos no fim dos tempos... Jesus está Voltando !